Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

4 ESQUINAS

BLOG ONDE SE PODE E DEVE FALAR DE TUDO (SOBRETUDO O INTERESSANTE)



Sexta-feira, 25.10.13

A VIAGEM...

 

O avião já descolou…o Presidente á Suíça rumou.

O alarido foi geral. Foi gastar o nosso dinheiro.

Mentira. Não foi gastar nada. Aliás foi gastar mas o gasto trará muito e muito retorno. Senão vejamos.

O Presidente foi á Suíça fazer, além de tudo aquilo que as pessoas comentam, contactos com vista ao desenvolvimento turístico do Concelho.

Em quatro anos de governação Fernando Carneiro desenvolveu o turismo como nenhum outro executivo até agora o tinha feito.

Por via disso está na hora de começar a colher os frutos dessa boa sementeira.

Para os mais críticos, tenho a informar, que segundo informações fidedignas, conseguiu que pelo menos três grandes empresários da hotelaria Suíça venham num futuro muito próximo a investir em Castro Daire, concretamente na construção de hotéis 5 estrelas.

Segundo a minha fonte de informação, um dos hotéis será construído algures entre as localidades de Faifa e Mós. Talvez assim se calem de uma vez por todas as maldizentes bocas que apregoam a sete ventos a inutilidade daquela estrada.

Visão futurista do nosso Presidente. Ou vão dizer que não?

O segundo hotel, tudo indica, que será construído na zona do Prado de Cima, mesmo encostadinho á Avenida Maria Alcina.

Aliás a requalificação e o consequente alargamento, da referida avenida, para quatro faixas, já foi planeado com o intento de duas dessas faixas virem a servir para parque de estacionamento do futuro hotel.

Comenta-se que a futura unidade hoteleira servirá, também, para a concentração da selecção portuguesa a qual além do hotel utilizará o campo de futebol de Lamelas no qual, em 2014, será colocada relva sintética. A colocação do relvado sintético faz parte do compromisso assumido pelo actual Presidente perante um dos elementos eleitos numa das listas Socialista. Aliás essa promessa foi a contrapartida encontrada para que tal pessoa aceitasse pertencer às listas rosa.

Mais uma brilhante ideia do nosso Presidente. Acusem agora o homem de despesismo, seus críticos.

O terceiro empreendimento turístico vai ser feito com hotel de 5 estrelas e anexos de campo de ténis, campo de golfe e outras áreas de lazer na zona da Ponte Pedrinha, pois alguns empresários Suíços que visitaram Castro Daire ficaram encantados com o cheiro daquele local. Afirmaram os mesmos, ser local único em todo o mundo, pois em nenhum outro sítio encontraram um recanto com cheiro igual. Comparando isto com o clima, poder-se-á considerar um micro - clima único em todo o universo.

Digam lá, agora, os detractores e críticos do Presidente se foi ou não uma viagem de grande utilidade que o homem fez a terras helvéticas. O homem está muito á frente no tempo. Com a sua inteligência e perspicácia, se fosse presidente de um qualquer deserto em pouco tempo o seu Município iria á falência por falta de areia.

Bem, deixando de lado as coisas sérias e falando de coisas a brincar, parece que ontem na reunião do executivo camarário a situação ferveu.

Segundo me contaram, finalmente temos oposição em Castro Daire.

Nunca se viu uma reunião durar até às 2 da tarde e muito menos a mesma se prolongar, ainda que com outros elementos não executivos, até bem perto das 18 horas.

Andará o actual executivo a ser finalmente “apertado” e responsabilizado pelo que tem feito?

Estará finalmente a ser alvo de alguém com poder de controlo e capacidade de não se deixar enganar, por falta de conhecimentos sobre várias matérias, como a oposição anterior?

Sobre esta reunião, e uma vez que a mesma foi aberta ao publico, muita coisa haveria para dizer, mas algo, e não interessa o quê, me impede de o contar. Talvez numa próxima postagem já o possa fazer.

Seja como for vamos esperar para ver, tendo porém a certeza que apesar de poucos dias após as eleições, o Presidente e seu executivo, estão cada vez mais a perder o seu estado de graça.

Estão a perder o estado de graça com os trabalhadores com contrato CEI com a Câmara, que ao irem para casa e contrariando a informação que possuíam antes da eleições, ficam magoados e sentem-se enganados.

Estão a perder o estado de graça porque os trabalhadores não estão satisfeitos com o horário de trabalho imposto pelo executivo, sem ouvir quem de direito.

Estão a perder o estado de graça, porque neste momento está-lhes a acabar os argumentos fúteis e desprovidos de qualquer realidade usados, e pelos vistos com utilidade, durante a campanha eleitoral.

Está-lhes a acabar o estado de graça porque inúmeras pessoas estão a cobrar a promessas feitas em campanha eleitoral e, neste momento, na Câmara já não cabe mais ninguém, sejam contractos a CEI, estágios ou qualquer outra forma de contrato angariador de voto.

Está-lhes a acabar o estado de graça porque, no fundo, a mentira tem perna curta e como tal não é definitivamente duradoira.

Poderão os mais “cegos” aqueles que só vêm o que querem, perguntar o porque das minhas insatisfações, pois o actual executivo até foi eleito por larga maioria de votos.

É verdade. No entanto, para esses, deixem que lhes digam que quase nunca a quantidade é sinónimo de qualidade. Se assim fosse o lixo, uma vez que existe muito, tinha um valor incalculável.

Fiquem bem que eu, nas minhas ricas esquinas, estou melhor que nunca.

 

Zé da Esquina

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Zé da Esquina às 21:35

Segunda-feira, 07.10.13

TOMADA DE POSSE

 

Realizou-se no passado sábado a tomada de posse da Vereação que irá gerir os destinos da autarquia Castrense nos próximos quatro anos.

Durante a cerimónia, existiram situações que me ficaram no ouvido e nos olhos. Concretamente:

Ficou-me no ouvido o “brilhante” discurso do recém-eleito presidente. Adorei, principalmente, quando o mesmo afirmou que a campanha eleitoral decorreu com seriedade, civismo e muito respeito. Nisso não podemos estar mais de acordo, principalmente se as referidas afirmações tivessem sido dirigidas para o CDS e CDU. Agora quando as mesmas são dirigidas para o seu partido só posso concluir que as referências foram a brincar ou que o mesmo se enganou, o que já vem sendo hábito em tal personagem.

Para confirmar a desfaçatez destas declarações, bastou observar a forma como a “rainha das campanhas” se passeava, com ar triunfal, pela sala. Quem não a conhecer pensará que a mesma foi a grande vencedora das eleições. Foi com certeza a pessoa que mais contribuiu para que as afirmações do Presidente, no que concerne a seriedade, civismo e respeito, não fizessem qualquer sentido.

Ficaram-me nos olhos as ausências dos Vereadores nºs 1 e 3 dos Sociais-democratas. Será que não apareceram por outros afazeres profissionais, tal como justificaram, ou por não quererem dar o prazer aos eleitos Socialista de estarem presentes?

Seja como for tomarão posse na primeira reunião do executivo, se não aparecerem, até lá, novidades de última hora, como as acontecidas com os Vereadores do P.S. em 2009.

Ficou-me também nos olhos, a falta de respeito e até humildade, na hora da derrota, de alguns elementos do PSD que abandonaram a sala na altura do discurso do recém-eleito presidente.

Eu sei, porque no passado sábado o sofri na pele, que os mesmos continuam enfadonhos, insípidos e desprovidos de qualquer substrato. No entanto, protocolo é protocolo e diz o bom senso que o mesmo deve ser cumprido.

Nos meus ouvidos ecoa, ainda, a conversa entre funcionários da autarquia no tocante ao novo horário de trabalho. Diziam eles que o mesmo foi implementado pelo “todo-poderoso” Presidente, sem auscultar ninguém, numa clara atitude de “quero posso e mando”.

Eu por cá continuarei dizendo apenas, e por agora, que isto é só o começo. Sabe Deus o que virá a seguir. Mas coisa boa não o é certamente!


Zé da Esquina

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Zé da Esquina às 23:17

Terça-feira, 01.10.13

ESCOLHERAM...AGUENTEM-SE!

 

Em Outubro de 2009, ao analisar as eleições autárquicas de então escrevi o seguinte:

O PS ganhou porque os seus candidatos tiveram mais votos que os seus opositores e isso em democracia chega.

Como sempre fui,  sou e continuarei a ser coerente terei no final das votações autárquicas de 2013 escrever o mesmo.

No entanto, se em 2009 a única razão que encontrei para que o PS tivesse ganho foi a decisão democrática do eleitorado Castrense, nas eleições de 2013 essa mesma razão existe, mas existem também outras.  e não menos importantes,  razões.

A começar pela cada vez mais reinante sufocação democrática existente no Concelho.

São por demais evidentes, as promessas de trabalho, as promessas de subsídios, as promessas de reformas antecipadas, as promessas de RSI, entre outras.

Promessas que infelizmente vão convencendo os eleitores de que a concretização das mesmas depende de determinadas pessoas ou que essas pessoas podem usar os organismos a que pertencem para as concretizarem.

A crise instalada no país, e da qual são grandes responsáveis os governantes do PSD,CDS e PS, origina a que pessoas com famílias para sustentar se deixem eludir por promessas de trabalho, ainda que o mesmo seja concretizado através do programa CEI e Estágios.

Nisso, os nossos governantes locais souberam aproveitar ao máximo e tirar daí benefícios consideráveis em termos eleitorais.

Convém salientar, que contrariamente ao que foi prometido a muitos desses beneficiários, estes programas são apenas temporários e como tal não dão qualquer vínculo contratual com a entidade para a qual prestam serviço.

Vejamos então de que trata tal programa:

 “Desempregados inscritos nos centros de emprego ou centros de emprego e formação profissional, numa das seguintes situações:

  • Beneficiários de subsídio de desemprego ou de subsídio social de desemprego
  • Beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI)
  • Desempregados não subsidiados nem beneficiários do RSI, inscritos há pelo menos 4 meses consecutivos

Entre os destinatários desta medida, são considerados prioritários:

  • Desempregados de longa duração
  • Desempregados com idade igual ou superior a 55 anos de idade
  • Pessoas com deficiências e incapacidades
  • Os projectos têm a duração mínima de 3 meses e máxima de 12 meses, não prorrogáveis”. 

 

Provavelmente, muitos dos eleitores nestas condições, não teriam votado “na necessidade” e sim na “consciência” se quem de direito e obrigação os tivesse informado convenientemente e não mediante a sua conveniência ou necessidade de voto.

Sabemos que a autarquia local usou e abusou desse programa para colocar pessoas ao seu serviço e daí retirar as contrapartidas, visíveis, em termos eleitorais.

Outro factor, e também, importante contributo para a vitória do PS, foi, sem dúvida, o caos instalados entre os militantes e simpatizantes do PSD.

Começou com a escolha, ou auto-escolha, do candidato a presidente.

Tal facto nunca foi muito bem aceite pelos “barões” do PSD. Talvez por isso nunca se viu durante a campanha o empenhamento indispensável e necessário de tais figuras. Preocuparam-se muito mais, e porque todos eles faziam parte da lista concorrente á Assembleia Municipal, em vencer a sua “guerra” do que ajudar o partido a ganhar a “batalha” eleitoral.

Não quero de modo algum desvalorizar a vitória alcançada pelo PS local na noite eleitoral.

Não o quero fazer porque o povo votou, elegeu e o povo é soberano. No entanto, convém salientar que pelo facto de ser soberano não significa que seja “inteligente”. No caso concreto considero que além de soberano é, e foi masoquista.

Foi e é masoquista, porque durante a pré campanha e campanha eleitoral, foi notório, junto das minhas esquinas, a opinião negativa sobre os actuais e futuros vereadores camarários.

Pelas conversas escutadas, os mesmos não fizeram obra necessária, mas sim a conveniente para angariar votos.

Segundo os mesmos, os governantes não sabiam falar, não tinham perfil para gerir a Câmara, não tinha credibilidade perante as instâncias superiores, não tinha preocupações em fazer o básico, como saneamentos, etars, estradas ou as reparações necessárias nas mesmas.

Afirmava ainda, uma grande maioria, que tinham sido enganados mas não votariam neles pois não queriam ter mais quatro anos de atraso e marasmo. Diziam que, os actuais vencedores, não tinham ou lhes faltava tanta coisa importante para poderem ser os governantes ideais para o Concelho.

Diziam que não votariam, nunca, em governantes despesistas.

Diziam não gostar da forma folclórica como eram organizadas festas, festinhas romarias e passeios de idosos, sem qualquer controlo de gastos.

Diziam não gostar das “peixeiradas” como a acontecida na feira das colheitas entre o presidente e um funcionário da autarquia.

Diziam tanta e tanta coisa negativa de quem governa o Concelho.

No entanto, pelos resultados alcançados, para o Câmara, mais 691 votos que os alcançados há quatro anos atrás, parece que tudo isso é mentira.

Será que é? Claro que não! Então o povo eleitor é masoquista, ou gosta de se autoflagelar.

Não entendo este povo. Eu, que tantas e tantas vezes o elogiei pela sua sabedoria, inteligência e perspicácia, tenho que hoje afirmar sentir-me desiludido e com cada vez menos forças, nos dedos, para lutar por eles e em conjunto fazermos de Castro Daire o Concelho que todos nós merecemos.

Continuando com a leitura eleitoral, terei que felicitar a CDU.

Esta força partidária, para a Câmara conseguiu um aumento de 50 votos, a juntar aos mais 54 conseguidos para a Assembleia Municipal.

Não é um aumento significativo, mas é o suficiente, na minha opinião, para cada vez mais contarmos com a CDU para defender os interesses do Concelho e estar sempre ao lado dos Castrenses, insatisfeitos, na defesa da verdade e acima de tudo para apoiar aqueles que queiram inverter a asfixia democrática existente e cada vez mais emergente no Concelho.

O PSD, foi sem qualquer dúvida o grande derrotado da noite.

Perdeu, em relação a 2009, 696 votos para a Câmara Municipal, perdeu 523 votos para a Assembleia Municipal e, para terminar a noite negra, deixa de gerir a Freguesia de Castro Daire.

Perdeu em todas as frentes. Perderam os cabeças de lista para os três importantes órgãos, mas perdeu essencialmente a sua identidade partidária.

Durante a campanha, desde cedo, foi evidente a derrota do PSD, no tocante á Câmara Municipal. No entanto, tal facto nunca foi previsível para a Assembleia Municipal.

Era voz corrente que a lista concorrente á Assembleia Municipal iria, com alguma vantagem, vencer a eleição para o referido órgão e seguidamente os seus componentes tomariam conta do partido, vangloriando-se da sua vitória, mas essencialmente da derrota do candidato á autarquia.

Era um pensamento lógico e de todo legítimo. Ou seja. Luís Alberto Aveleira e a sua equipa sairiam derrotados para a Câmara e de seguida os “notáveis da Assembleia Municipal iriam “cobrar-lhe” a derrota e chamar a si as rédeas do Partido.

Tal facto não aconteceu! Por isso será legítimo perguntar quem será a pessoa capacitada para reorganizar o Partido Social Democrata ou dizer, não perdi nada, não enterrei o partido na derrota eleitoral e como tal tenho toda a legitimidade democrática para me tornar líder e o tentar erguer.

Na minha opinião a resposta é óbvia. Só um nome e uma figura tem, após a noite catastrófica, legitimidade para tal. Chama-se Eulália Teixeira.

Eu que a achei não ser a pessoa indicada para há quatro anos atrás dirigir os destinos de Castro Daire, acho-a, hoje,  e por isso me penitencio pelo erro cometido, a única pessoa capaz de trazer para a ribalta o Partido laranja.

Todos os outros militantes, concretamente Paulo Almeida, António Luís, Vítor Figueiredo, António Giroto, entre outros, provou-se não serem uns vencedores nem agregadores de ideias e como tal sem o necessário perfil para lider.

Se Eulália Teixeira não “pegar” no PSD, ou alguém com as suas capacidades, que neste momento não vislumbro no PSD local, os Sociais-democratas vão com toda a certeza fazer por muitos anos a "travessia no deserto" e Fernando Carneiro governará os próximos oito anos e outro Socialista, o finalmente eleito Vereador governará nos anos seguintes.

Por último falar do CDS e da sua prestação eleitoral.

Perdeu quase metade do eleitorado da Câmara Municipal, perdeu 246 votos para a Assembleia Municipal e perdeu o seu representante na Assembleia de Freguesia de castro Daire.

Perdeu! Isso é óbvio visível e não se pode escamotear.

No entanto não perdeu grande coisa. Na minha opinião passou apenas de um partido com pouca expressão a nível Concelhio para um partido com pouquíssima expressão.

Merecia ter alcançado mais votos? Merecia-o garantidamente!

Merecia-o acima de tudo pela excelente campanha que realizou, com seriedade, inovação e competência.

Merecia-o pelas soluções que apresentava ao Concelho com vista ao seu desenvolvimento.

Merecia-o pelo respeito que teve durante a campanha para com os eleitores, ao oferecer ideias e soluções em vez das canetas, aventais, bonés e outras benesses.

Merecia-o porque cada vez mais está provado que PSD e PS, os partidos que nos têm governado, nada nos trazem de novo.

Merecia-o, acima de tudo, pela renovação feita pelo seu líder em termos de militantes, simpatizantes e credibilidade imprimida ao partido.

É verdade, merecia! Mas o povo é masoquista! Ou seja foram durante quatro anos penalizados pela inercia dos governantes, mas gostam de o ser. Por isso votou na continuidade.

Este povo, não merece candidatos credíveis, trabalhadores e dedicados á causa pública. Isso ficou provado nas eleições!

Daqui por quatro anos haverá mais. Espero que, para bem do Concelho, melhor.

Eu cá continuarei nas minhas esquinas acreditando, cada vez menos naquilo que os transeuntes me dizem, pois dizem uma coisa e fazem precisamente o oposto, mas sempre atento até onde a vista alcança e pronto a escrever as cada vez mais incongruências deste Concelho.

Continuo, também, na esperança que o artigo 13º da constituição da Republica Portuguesa seja cumprido:

 

 

Artigo 13.º

(Princípio da igualdade)

  1. "Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei".
  2. "Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual".

 

Termino com a já célebre frase: Venham pra junto ao pé das minhas esquinas. Frase adaptada da original e proferida, no rescaldo da noite eleitoral, pelo eleito Presidente da Câmara “Venham pra junto ao pé da sede”.


Zé da Esquina

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Zé da Esquina às 00:47


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Outubro 2013

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


Calendário


Posts mais comentados


Farmácias de Serviço