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4 ESQUINAS

BLOG ONDE SE PODE E DEVE FALAR DE TUDO (SOBRETUDO O INTERESSANTE)



Sábado, 04.09.10

POLITIQUICES...

No passado dia 28 de Agosto, foram inaugurados 4 caminhos agrícolas, 2 na Freguesia de Reriz e 2 na Freguesia de Ribolhos, cuja cerimónia teve a presença do Sr. Governador Civil de Viseu, Dr. Miguel Ginestal, do Presidente da Câmara Municipal, Sr. Fernando Carneiro, dos Vereadores do P.S.D. (Eng.ª Eulália Teixeira, Dr.José Manuel Ferreira e Dr. Paulo Almeida) e ainda dos Vereadores do P.S. (Sr. Luis Lemos e Dr. Rui Braguês), estes ocupando actualmente funções a tempo inteiro. Estiveram também presentes alguns Presidentes de Junta, o Presidente da Assembleia Municipal e membros das Assembleias de Freguesia de Reriz e Ribolhos.

Isto foi, e muito bem, noticia nos órgãos de comunicação locais e regionais.

O que não está correcto é o aproveitamento político feito à volta das referidas inaugurações, quer pelo actual executivo, quer por um Ex. Vereador a tempo inteiro do anterior executivo e actual Vereador sem pelouros atribuídos, senão veja:

Num blogue pertencente a um actual Vereador da oposição e ex. Vereador a tempo inteiro do anterior executivo pode-se ler o seguinte:

“As candidaturas foram aprovadas em tempo recorde e a Câmara de então, presidida pela Eng.ª Eulália deu o aval ao restante financiamento, sem o qual estes caminhos não poderiam ter sido feitos, e ofereceu apoio técnico para a realização dos concursos.
A história destes caminhos foi só esta: a candidatura foi feita, a Câmara de então apoiou e deu o apoio necessário, tanto técnico como financeiro. Digamos que a atual câmara pouco ou nada teve a ver com estes caminhos”.

Enquanto na página electrónica do Município de Castro Daire, lê-se o seguinte, sobre estas inaugurações:

Com grande festa e alegria foram inaugurados, no último dia 28 de Agosto, os caminhos rurais das Freguesias de Reriz e Ribolhos. O grande obreiro da concretização destas obras foi o Vereador do Partido Socialista (na altura) Fernando Carneiro, que alertou todos os Presidentes das Juntas de Freguesia do Partido Socialista do aviso de abertura das candidaturas”.

É isto a politica Castrense, uma politica de “trazer por casa”, sem objectivos definidos em que cada um tenta “puxar a brasa á sua sardinha”, querendo ficar com os louros.

Tanto o executivo anterior, como o actual, fora eleito pelos eleitores do Concelho de Castro Daire, logo, com obrigações de trabalharem para o desenvolvimento do Concelho, contribuindo para o engrandecer sem olharem a cores partidárias ou a querelas pessoais.

As obras foram executadas e isso é que interessa! Se o foram por A ou B, isso pouco conta para a felicidade dos Castrenses, os quais não querem nem interessa saber se foi o Actual ou o anterior, ou seja se foi o P.S. ou o P.S.D.

É por isto que cada vez mais a classe política Portuguesa está desacreditada e acusada de só olharem para o próprio umbigo.

Se os políticos, em geral, se preocupassem mais com a obra que têm obrigação de realizar e menos com a sua imagem pessoal, o Concelho não estaria, como está, na cauda da tabela em relação ao desenvolvimento.

Convém não esquecer que os políticos forem eleitos para servir o Concelho e não para o usarem aparecendo em inaugurações e discutindo a quem deve ser atribuído o louro.

Eu cá continuarei, na minha esquina, preocupado, cada vez mais, com o, cada vez menos, desenvolvimento do Concelho não me preocupando quem fez a obra ou quem a deverá inaugurar, mas sim com a falta de obras para inaugurar.

 

Zé da Esquina

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Zé da Esquina às 16:46


17 comentários

De carai a 01.10.2010 às 16:31

Eu é que sou o Presidente da Junta!
(vai mas é trabalhar, ó...)

De Anónimo a 28.09.2010 às 19:26

Então Zé, o PS vai fazer uma festa de inauguração do encerramento do SAP?
Já se consta por aí que é a primeira grande obra deste executivo na área da saúde!

De Zé da Pena a 18.09.2010 às 16:01

Caro Zé da Esquina:

Embora neste blogue só se refira ao ‘sub-tema’ PAROLICE BARATA, permita que aproveite o título – POLITIQUICES – no sentido geral da coisa e traga à liça algo já anteriormente focado no seu blogue A ORIGEM DO PEC …

Ali, acerta altura e numa resposta a outro comentador, diz o FILIPE “…Fica a ser um dos novos contratados e faz turma com os que já andam por aí a fazer de espias! Ainda não os viu?” ao que responde um ANÓNIMO “Não me digas que já criaram uma polícia política em Castro Daire! …” (Santa Inocência! Este ainda duvidava − e se calhar continua − que realmente a coisa é assim). Nessa altura eu, na minha modesta opinião, disse-lhe “Já, já. E a caça às bruxas começou na Câmara”. Vem então o TIAGO, na defesa da sua dama, dizer que” Gostava que o Zé da Pena me explicasse onde e quando começaram a caça às bruxas. Na Câmara de Castro Daire a politica mudou e agora finalmente existe liberdade de expressão. Se o Senhor sabe de algo que me passe ao lado gostaria de saber o quê”. Dei na altura uma explicação simples, mas concisa. Tudo isto se disse em finais de Maio.
Aqui regressa a POLITIQUICE.

Passaram quase quatro meses. Espero que o TIAGO ainda leia os comentários.

Se assim for, gostaria de saber se este comentador, que tão arredio anda e a quem nada “passa ao lado”, sabe dar uma explicação a todo o ambiente que se vive neste momento nas Termas do Carvalhal com as funcionárias atiradas umas contra as outras pelos mexericos de uma “ilustre desconhecida” que lá foi introduzida este ano pelo ‘aparelho partidário’ do partido no poleiro.

Se não for muito incómodo!

Ah! E tem razão. Tem muita razão! Na Câmara de Castro Daire a politica mudou e agora finalmente existe liberdade de expressão. Mudou sim, concordo. Mas mudou para pior!

Faz lembrar a P.I.D.E.

Perece-me.

Os meus respeitos.

De Isaias a 16.09.2010 às 22:03

Estas guerras de inangurações só acontece porque infelizmente nem este executivo nem o anterior fizeram nada. Logo é uma luta por qualquer coisinha que seja inangurada. Covém é aparecerem para continuarem a iludir o povo.

De Moamed a 11.09.2010 às 01:41

Para o Gato, Avé e demais companheiros da turma do Rendimento Mínimo.

"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus!"
(Mateus 5, 3-12)

Dá pena ver estas inteligências não serem aproveitadas para o desenvolvimento Castrense. Até dá vontade de perguntar: com tanta gente e de tão elevadas capacidades, como é que ainda ninguém deu por elas e não as guindaram ao poder?
Com esta gente a dirigir, Castro Daire seria o Silicone Valey, Tampere, quiçá o MIT.

Para que conste:

-III Quadro Comunitário, 2001-2009 -Aprovações de caminhos:
- 1.ª aprovaçaõ- Caminho de Meã - Cor politica da Freguesia-PSD;
-2.ª aprovaçaõ- Caminho de Moes - Cor politica da Freguesia-PSD
-3.ª aprovaçaõ- Caminho de Monteiras - Cor politica da Freguesia-PSD
-4.ª aprovaçaõ- Caminho de Riblohos - Cor politica da Freguesia-PS;
-5.ª aprovaçõ- Caminho de Pepim - Cor politica da Freguesia-PSD (caminho não executado por falta de coragem da Junta de freguesia)
-6.ª aprovaçaõ- Caminho de Reriz - Cor politica da Freguesia-PS;
-7.ª aprovaçaõ- Caminho de Ester- Cor politica da Freguesia-PS
-8.ª aprovaçaõ- Caminho de Cabril- Cor politica da Freguesia-PS

Resultado final: PSD-4;PS-4 (em Juntas de Freguesia)
Descalcem agora esta bota e vejam as asneiras que por aí se dizem.

Agora vamos ao QREN.
-Caminhos candidatados: 30 caminhos. Freguesias envolvidas: 21, ficou de fora o Gafanhão por opção própria.
Resultado: PSD-12; PS-9
Agora façam as contas e vejam a figurinha que andam a fazer com as asneiras que escrevem.
Boa vindimal!

De AAA a 12.09.2010 às 22:21

Pobre bota, no pé de tal obreiro, o seu desgaste será inutil. Mal empregada.
Afinal, parece que nem antes nem depois terá feito nada. Mas que se espera de quem nada sabe fazer a não ser enganar os outros?

De Avé CDR a 13.09.2010 às 12:20

Caro Moamed:[sendo o «nome» escolhido masculino espero não ter errado no género do amigo].

Obrigado por ter partilhado com o publico a informação da identidade e filiação dos membros das juntas que se candidataram aos projectos de beneficiação de caminhos agrícolas.

Como cita o sermão das bem-aventuranças [provavelmente convencido da catolicidade, dos que pretende atingir] permita-me que cite uma passagem do Alcorão, que se revela perfeitamente coadunado com a sua mensagem:"Não é dado ao fiel, nem à fiel, agir conforme seu arbítrio, quando Deus e Seu Mensageiro é que decidem o assunto." - Surata 33, versículo 36.

Pelos vistos não entendeu as críticas que eu fiz à notícia relativa às obras nos caminhos agrícolas, [ou então se percebeu limitou-se a defender o seu «Deus» e «Mensageiro»], mas pode ser que com uma explicação isso melhore.

As obras, em si, são uma melhoria de vida das povoações que delas usufruem. Como tal, tais obras correspondem ao exercício normal da actividade autárquica e nada mais.

Na verdade, as autarquias pertencem ao povo que é por elas governado e não a este ou aquele partido. E os seus órgãos políticos são eleitos pelo povo como seus representantes e nada mais.
Não é, pois, legítimo a quem quer que seja (vereadores, ex-vereadores e/ou membros de freguesias) vangloriar-se com a sua realização. É que quem realiza tais obras é o povo, através dos seus representantes (os autarcas) e não estes.

Assim sendo, como é, só por uma qualquer distorção de princípios se pode admitir que um qualquer autarca chame a si a autoria/execução de uma obra, quando ele não passa de alguém que, voluntariamente, se candidatou a ser o «mandatário» do povo do seu concelho e/ou freguesia e, depois de eleito, a actuar em nome deste. Distorção, essa que, no meu entender só pode ser falta de humildade democrática e de seriedade política.

Como vê não tenho de descalçar bota alguma e (más) figurinhas fazem todos os políticos que não são capazes de perceber qual é o seu papel (o de mandatários do povo) e os que, permitem, por demasiados obséquios, que aqueles não consigam ver além do seu umbigo.
Um abraço.

De Anónimo a 20.09.2010 às 10:10

Este Moamed tem nome muçulmano mas pelos vistos é católico e acólito do presidente que tanto gostam de citar a bíblia nos seus discursos.
Deixem-se de enganar o "povo", porque os humildes do coração já não existem. O Moamed talvez não saiba que há mais freguesias do PSD do que do PS, por isso não pode haver comparações dessas, como também não pode ignorar a cor politica de quem, a nível nacional, as aprova.

De O GATO a 09.09.2010 às 22:38

Pobre concelho...
Venderam-nos estas imagens fabricadas pelos partidos. Todos eles foram ao longo da sua vida funcionários públicos, pois nunca precisaram de ser avaliados por alguém que tivesse o poder de dizer: não és competente, estás despedido. Quantos destes senhores demonstraram as suas capacidades sem ser em serviços públicos? Quantos foram realmente avaliados no dia-a-dia do trabalho. Não estamos a falar de avaliações de desempenho de gabinete, mas sim de avaliações de demonstração de capacidades no mercado de trabalho. Apenas um, penso eu. O Vereador Moita, que com trabalho, merece, sem dúvida a função que desempenha. Todos os outros são imagens vendidas pelos partidos. "Jobs for the boys", "Cartão Laranja", "Quem se mete...
EU,EU,EU e não Nós, porquê?
Ansia de poder, simples perputência...
Há alguns anos, estes acontecimentos eram apenas presenciados pelos Senhores Presidentes de Junta, pelo Presidente da Câmara e pela população. Hoje as obras são tão poucas que qualquer caminho agrícola ou florestal é digno da presença do Sr. Governador Civil ou até do Sr. Ministro da Agricultura...
E os laranjas, depois de tanto poder, agora sentem a falta dele. Fui eu que fiz, que consegui, que trouxe, que descobri..., deixem-se dessas figuras vergonhosas.
Onde é que estão as homenagens aos que desde Abril de 74, com trabalho e dedicação desenvolveram, tanto quanto souberam as várias freguesias, a maior parte deles sem vencimentos. Nada, apenas dedicação à causa pública, ao serviço da sua aldeia, da sua freguesia, na maioria das vezes com despesas pagas das suas pequenas poupanças. É só flautismo e ordenado principesco ao fim do mês.
Pobres de nós...
Vendem-nos apenas imagens...
Pobre concelho, para onde vais!

De Sem Saber a 13.09.2010 às 19:02

Estimado GATO

perputência? deve ser uma palava do novo acordo ortógrafico...
flautismo? tirando o facto de ser associado (na internet) à actividade de tocar a flauta, deve também ser uma nova palavra...

Deve ser prepotência e autismo, mas acho que ficamos sem saber...

De Avé CDR a 07.09.2010 às 11:17

Caro(a) Zé:
Independentemente da (desnecessária) polémica de saber a quem se deve tal obra – se ao anterior executivo, se ao actual Presidente de Câmara – e sendo certo que ambos terão tido o seu papel, por força das responsabilidades que todos eles, voluntariamente, assumiram, esta questão permite, desde logo, verificar a falta de ética dos actores políticos.

Por um lado, a chamada de atenção, por parte do PSD, para o facto de tal obra se ter iniciado, no anterior mandato autárquico é uma tentativa de fazer esquecer que a maioria dos problemas se manteve sem solução e que de inovação pouco (ou nada) se viu, nos últimos quatro anos de governação , daquele partido da edilidade. Mas foi por isso que o povo os brindou com uma merecida derrota!!!

Mas, por outro lado, fica-se a saber que o Executivo Municipal tem vereadores a tempo inteiro a mais. Isto porque se o Presidente tem a necessidade de chamar a si, constante e permanentemente, a autoria, execução e poderes da edilidade [não se cansando de dizer que quem manda é ele], somente revela desconfiança quanto às competências e qualidades dos demais vereadores, consigo eleitos (?). Logo estes estão a mais!
[Se assim não for, então temos que concluir que a equipa é fraca, seja porque não tem líder, seja porque quem preside não tem qualidades de líder, o que ainda será mais nefasto para o Concelho]
Mas também parece que, para quem, enquanto Vereador sem pelouro, reclamava do facto de o Executivo anterior lhe anular a intervenção política, por o afastar do processo de tomada de decisões, o Sr. Presidente revela, agora, que afinal detinha uma grande influência, nas mesmas.
Finalmente, como é que o Sr. Presidente da Câmara, permite que um meio de informação do Município o qualifique, não como líder, mas como mero executor? É que ser obreiro é executar e não pensar, ordenar e coordenar.
Será que tais subtilezas de conceitos não é algo que preocupe a quem tenta obter a vã glória de ser elogiado [por prudência não afirmo auto-elogiado, porque não posso, nem quero crer, que o texto do site da Câmara Municipal, seja da autoria do próprio Presidente.]?

Tudo isto seria ridículo, se não revelasse por parte dos actores politiqueiros de Castro Daire, falhas no seu modo de encarar o seu dever ser, enquanto políticos: falta de humildade democrática e de seriedade política.
Um abraço.

De Anónimo a 09.09.2010 às 11:14

Neste comentário, o Avé tem razão quando diz que os caminhos agora inaugurados foram iniciados no mandato anterior, mas esqueceu-se de dizer que também foram acabados e da responsabilidade dos executivos das juntas respectivos, a Câmara apenas pagou uma pequena percentagem.
O Vereador (à data) Fernando Carneiro como vem transcrito no site da Câmara soube,à sucapa, através do agora Governador Civil da abertura dos concursos e apenas os divulgou aos Presidentes de Junta do PS. Nessa altura o Vereador Fernando Carneiro era apenas Vereador do Partido Socialista ou Vereador Municipal? Porque o não divulgou aos outros Presidentes de Junta? Porque não foi aprovado um projecto de uma Junta PSD? A política deveria ser séria, porque se o executivo anterior, de maioria PSD, não tivesse comparticipado os caminhos para as Juntas PS, esses caminhos não eram realizados. São tratamentos e tratamentos.

De Avé CDR a 10.09.2010 às 10:56

Caro(a) Anónimo(o)
Salvo o devido respeito, eu não me esqueci de dizer quando foram concluidas as obras.
Tenham ou não acabado no mandato anterior, tenham ou não sido comparticipadas por este ou pelo anterior executivo tais assuntos são, no meu entender, irrelevantes.
Isto porque, em bom rigor, foram sempre pagos com o dinheiro dos nossos impostos (ou seja, por nós) e desencadeados por quem se auto-propôs a zelar pela comodidade e qualidade de vida das povoações (ou seja, por quem não tem legitimidade para glorificar á sua propria imagem pelo cumprimento de um dever - o de melhorar as condiçoes de vida das povoações que representa - que lhe cabe, pelo mero facto de ter sido eleito pelo povo).
O que pretendo, com a minha opinião e critica é tão só alertar para o facto de, desde sempre, não percebermos que quem é eleito, não é mais que um nosso representante e certamente não pode vangloriar-se com o cumprimento das sua funções.
Façam os eleitos algo de extraordinário e a minha opinião certamente mudará, enquanto apenas cumprirem o que é normal nas suas funções é que não.

Sobre as restantes questões e opiniões permita-me que não me pronuncie, embora as respeite.

Um abraço.

De Filipe a 06.09.2010 às 23:41

Também no texto há "politiquice"! "...Se os políticos se preocupassem mais com as obras..." (Sic) ,
E se depois de eleitos trabalhassem com todos os Presidentes da junta em vez de ser só com os da cor? E se os serviços públicos, ( Serviços regionais de agricultura), funcionassem independentes de política e levassem a informação a todos, como fizeram com a Junta de freguesia de Monteiras que foi a 1ª a candidatar-se sem precisar de côr, padrinho, deputado ou afilhado. O Sr. Presidente fazia bem se omitisse aquela parte. Mas também já todos sabemos como é! E o poder e a cegueira que um microfone provoca a quem o tem na mão! Curem-se.

De Av. Social a 09.09.2010 às 19:10

Pelos vistos o anterior executivo trabalhava com todas as juntas de freguesia..... Não era PSD e não eram estas juntas do PS? Será que este poderá dizer o mesmo no final do mandato?
Se a prática do anterior que está à vista não era democrática, como o actual dizia, já se sabe o que se pode esperar deste.

De Zé da Pena a 05.09.2010 às 08:10

D. António Alves Martins que foi Bispo de Viseu e eu muito admiro, disse qualquer coisa muito parecida com; “Na minha diocese quero padres para amar a Deus em nome do próximo, não quero jesuítas que vivam de explorar o próximo em nome de Deus”.

Por estas e outras parecidas palavras, foi condenado à morte por enforcamento. Acabou por morrer de morte natural antes da data da execução.

Se houver alguém com caneta suficiente que consiga transcrever aquelas preces para a política que o faça. Mas atenção à corda porque ela está à espreita. “Quem se meter connosco leva!” (Jorge Coelho, na TV).

Por mim agradeço.

De Isaias a 05.09.2010 às 01:00

Concordo perfeitamente! Aliás o titulo do post diz tudo!

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