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4 ESQUINAS

BLOG ONDE SE PODE E DEVE FALAR DE TUDO (SOBRETUDO O INTERESSANTE)



Domingo, 15.08.10

POUCO , MAS JÁ SE NOTA ....

Na última postagem com o título “ANOMALIAS”, escrevi sobre aquilo que, na minha opinião, estava a envergonhar Castro Daire e as suas gentes, mas acima de tudo a demonstrar desleixo e incúria por parte dos nossos governantes.

Pois bem, com um passeio pela vila de castro Daire, essencialmente para me livrar da Mostra no jardim Municipal, que está cada vez mais igual, ou seja monótona, e sem qualquer tipo de interesse em ser visitada, constactei que algumas das anomalias citadas na anterior postagem estavam resolvidas. Não sei se o foram depois do alerta dado pelo 4 esquinas, se o foram por coincidência, mas o que interessa para o caso é que o foram e com isso ganha a Vila, os Castrenses e acima de tudo, todos aqueles que nesta altura do ano nos visitam e podem desse modo, verificar que Castro Daire está mais limpo, arranjado e que, mais importante, existe por parte do executivo camarário vontade de mudar.

É verdade que ainda continuam a existir algumas esplanadas “plantadas” em cima dos passeios ou em lugares destinados a estacionamentos, que as obras do coreto continuam paradas e que as lajes na Avenida dos Bombeiros continuam por colocar.

No entanto, começa a ser motivo de satisfação poder passear no Calvário e na sua zona envolvente e ver que o lago está limpo, que os repuxos estão a funcionar, que a iluminação está acesa, que as paredes estão limpas dos grafites, que a Quinta contigua ao Polidesportivo está com o mato cortado e que já se pode circular livremente pelos seus passeios sem estarmos sujeitos a levar uma molha provocada pela rega dos aspersores que ligavam sempre a horas inconvenientes.

Reparei também que o degradado polidesportivo do Calvário continua a ser utilizado por “miúdos e “graúdos”, mas constatei, com contentamento, que a porta de acesso ao recinto se encontra fechada a cadeado, portanto não se pode responsabilizar o Município pela introdução indevida de todos aqueles que, mesmo sabendo do erro que estão a cometer, o continuam a utilizar.

Serei o primeiro a denunciar aquilo que, na minha modesta opinião, está incorrecto mas também serei sempre o primeiro a elogiar quando as pessoas se preocupam em dar uma melhor qualidade de vida a todos aqueles que vivem ou visitam esta linda terra, como foi o caso destas reparações.

Aqui, na minha esquina, permanecerei olhando em meu redor e escutando os transeuntes para poder depois através do blogue dizer aquilo que me vai na alma, que no fundo é aquilo que os Castrenses pensam, falam e sentem.

 

Zé da Esquina

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por Zé da Esquina às 18:32


2 comentários

De Avé CDR a 23.08.2010 às 13:32

Caro(a) Zé:
Depois de uma deliberada ausência de comentários, cá estou eu, para mitigar as (pelo vistos muito sentidas) saudades de alguns, que parecem ansiar pelas minhas palavras (quiçá, para poderem, por falta de ideias próprias, proceder a mais inúmeras tentativas de descredibilização da minha modesta opinião).

[Não, caro(a) Zé, não quero com este prólogo considerar-me dono de uma qualquer opinião mais avalizada, nem arrogar-me como dono de verdades inquestionáveis. Apenas me limito a constatar uma evidência á M. de Lapalisse, que perpassa pelos anteriores “diálogos” de comentários aos posts do(a) caro(a) amigo(a)].

Mas vamos ao post propriamente dito, pois pretendo dar aqui três notas críticas, não á ausência de ideias do poder político (que há muito é visível), mas à própria sociedade civil:
1) Sou forçado a discordar da análise que o(a) amigo(a) faz da MOSTRA CASTRO DAIRE.
Na verdade, aquele «certame» sempre pretendeu ser um mostruário do que se faz por este concelho fora e diga-se, em boa verdade, este ano esteve mais próximo dessa filosofia.
É que, excepção feita aos expositores relacionados com casas comerciais (apenas 3, segundo as minhas contas), a maioria dos expositores estava ligada ao artesanato e às associações do concelho.
Tal como que se verificou uma maior preponderância para o folclore concelhio, nas variedades que ocorreram.
Dir-se-á que pouca diferenciação existe entre os referidos expositores e ranchos folclóricos. Pois bem, mas tal, certamente não se deve ao Município, mas às próprias actividades que se predispuseram a participar.
Pouca é a criatividade e disponibilidades das nossas gentes, mas somos nós e não o poder político, quem tem o dever de mostrar o que somos e o que queremos ser.

2) É com satisfação que vejo que alguns problemas da nossa vila se vão resolvendo [mesmo que antecipe já uma qualquer reacção anónima que venha aqui dizer (erradamente) que a intervenção municipal é ilegal]
Falo concretamente do parque do Calvário e zonas adjacentes. Mas [sem ser adivinho e sem ter dotes para a futurologia] que é sol de pouca duração. O maior problema daqueles equipamentos não reside na pessoa de quem os mantêm ou neles intervêm correctivamente, mas na ausência de formação e valores dos jovens que, sem respeito pelos demais, se entretêm a destruir o que é de todos.
Este é um problema de segurança policial [face ao reduzido numero de efectivos da GNR e ausência de politica de policiamento visível] e, acima de tudo, um problema de falta de educação [não da que nos é dada na escola, mas no seio da família].

3) Finalmente, a questão das esplanadas é mais uma das faces visíveis do problema da falta de educação da nossa sociedade. Mas podemos todos constatar tal facto, não só com a existência daquelas. Veja-se a (des)regulação do trânsito automóvel (ou melhor do estacionamento) e verifique-se a eterna questão das paragens em segunda fila, da falta de respeito diária na praça D. José d’Aguilar, da demonstrada, por todos, vontade de levar o automóvel até á loja comercial, café, dependência bancária e/ou serviço.
É a falta de respeito pelo outro que constitui a maior anomalia dos nossos tempos.

Como diz o outro: «É a vida».

Resta apenas pedir á sociedade castrnse que não sucumba á fatalidade e faça alguma coisa para, efectivamente mudar.

Um abraço.

De Anonimo a 25.08.2010 às 02:11

Como dizia o outro: um vintém é um vintém e um cretino é um cretino. Continuas cretino e aldrabão. E não te vale a pena vir com falinhas mansas e discursos redondos. Não dizes, nem vales nada. Não passas de um bufo da malta rosa dissimulado em defensor da arte da asneira....

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