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4 ESQUINAS

BLOG ONDE SE PODE E DEVE FALAR DE TUDO (SOBRETUDO O INTERESSANTE)


Sexta-feira, 12.04.19

SE NÃO VISSE NÃO ACREDITAVA...

Duas perguntas:

1ª - Quem deixou acabar o gasóleo nas bombas do Municipio?

2ª - Quem foi o autor daquela "barbaridade"  da mudança do sentido do transito junto ao intermarché?

 

Zé da Esquina

 

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por Zé da Esquina às 20:09

Quinta-feira, 06.12.18

QUE TERNURA!

Antigamente os jornais tinham um profissional chamado “Revisor de texto”.

Se no Município de Castro Daire, que tantos funcionários tem, existisse alguém com essa profissão, erros como o abaixo cometido, provavelmente, não aconteceriam.

Município de Castro Daire : “As Ternas e a Dermocosmética – Potencialidades e Desafios".

Zé da Esquina

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por Zé da Esquina às 21:37

Quarta-feira, 14.11.18

FRASE...

" A politica sem risco é uma chatice, mas sem ética é uma vergonha "

Francisco Sá Carneiro

 

Zé da Esquina

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por Zé da Esquina às 19:33

Quinta-feira, 04.10.18

DIVÓRCIO? OU ARRUFO DE NAMORADOS? (Actualizado)

Num post datado de 27.06.2018, com o título "POLITICOS DE PACOTILHA", deixei a seguinte pergunta:

Perante tudo isto não posso deixar de perguntar: O CDS, parceiro de coligação, mesmo não tendo qualquer representante no executivo, concorda com tudo isto?

Finalmente, passados 3 meses, surgiu a resposta.

 

Comunicado da CP do CDS/PP de Castro Daire

Fim de Coligação

Caras Amigas e Caros Amigos, Castrenses

Nas últimas eleições autárquicas, o CDS-PP integrou a coligação “Pela Nossa Terra”, porque o Concelho precisava de uma mudança política. Precisava de um Executivo capaz de identificar as prioridades e resolver os problemas dos Castrenses. Precisava de reduzir as despesas do Município e, simultaneamente, de construir uma estratégia de captação de investimento e de criação de postos de trabalho. Precisava de ser capaz de se projectar e potenciar as suas riquezas – o nosso Paiva, o nosso Montemuro, as nossas Aldeias e as nossas Termas.

Crendo que, num espírito de diálogo e cooperação, como qualquer coligação o impõe, o CDS-PP seria ouvido, sobre as opções políticas, para o Concelho, acreditávamos que a equipa apresentada, para a Câmara Municipal, seria a resposta para as necessidades dos Castrenses.

Volvido um ano, sobre a tomada de posse do novo Executivo, fomos, todos, percebendo, pelas opções tomadas, que, afinal, algo se alterou, para nada mudar.

Podendo dar o exemplo de contenção de despesas, quer na formação do Executivo (reduzindo o número de vereadores, em regime de exclusividade), quer na formação do gabinete de apoio à vereação (diminuindo o número de pessoas que o integram e escolhendo-as, de entre os funcionários do Município), as opções tomadas foram outras. Sendo que, no caso da formação do referido gabinete, esta mostra uma clara desconfiança, para com funcionários do Município, se outra ilação não quisermos tirar.

Em campanha eleitoral, com o contributo do CDS-PP, a coligação identificou as prioridades do Concelho – entre as quais a conduta de abastecimento de água a Castro Daire, a requalificação das estradas e o estado das Termas do Carvalhal. As opções tomadas, entretanto, parecem ignorá-las. A conduta de água, um ano depois, continua por fazer, apesar de ter financiamento assegurado, enredada em discussões não sustentadas sobre o modo de executar a obra. As estradas do concelho pioraram, a ponto de ser, em alguns casos, um buraco continuo. As Termas do Carvalhal, inexplicadamente, deixaram de fazer tratamentos com água.

Quanto a visão estratégica para o Concelho, o Executivo tem apenas uma – a de navegação à vista. Altera-se o loteamento da zona industrial, sem que, depois, se façam quaisquer iniciativas de captação de investimento. Tanto se criticou (e bem) as opções do passado, relativamente a gastos supérfluos, para depois se gastar, ainda mais nas mesmas opções.

Nas opções, efectuadas, até hoje, o CDS-PP foi, pura e simplesmente, ignorado. Após as eleições, só a muito custo, o nosso parceiro de coligação aceitou, reunir, pela primeira vez, em Maio de 2018, com o CDS-PP, para discutir políticas e opções estratégicas, para o Concelho. Nessa ocasião, acordou-se que, de futuro, se realizariam reuniões periódicas a partir do início do mês de Junho de 2018. E que a primeira reunião seria marcada, até 15 de Julho de 2018, mediante a agenda do Sr. Presidente de Câmara. Até hoje, nada mais foi dito ou marcado.

Face ao exposto, o CDS-PP entende que não pode apoiar, quem, numa clara falta de respeito, para com o parceiro de coligação, não pretende dialogar, a bem do Concelho e dos Castrenses e decidiu:

  1. Retirar o seu apoio político ao Executivo Municipal;
  2. Reafirmar o nosso compromisso, de sempre, para com Castro Daire e os Castrenses, em ser a sua voz, na defesa dos seus interesses.

Citando Alexandre Herculano “não nos envergonhamos de corrigir os nossos erros e mudar de opinião, porque não nos envergonhamos de raciocinar e aprender”.

A Comissão Politica do CDS/PP de Castro Daire

 

Comunicado da CP do PSD de Castro Daire

"A Comissão Política do PSD da Secção de Castro Daire deparou-se com a tomada de posição da Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire na qual informavam o fim da coligação “Pela Nossa Terra” e a retirada do apoio político ao executivo municipal.
No respeito democrático e na salvaguarda da liberdade de opinião, respeitamos as opções políticas ou estratégicas que cada partido, na sua autonomia, decide tomar. Contudo, não podemos deixar de expressar alguma surpresa por esta posição da Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire, pelas razões que passamos a enumerar:
- A Coligação PSD/CDS-PP “Pela Nossa Terra” foi constituída com o propósito, de servir todos os castrenses, apresentando uma alternativa política ao executivo municipal então em funções, com um projeto de desenvolvimento do Concelho assente numa série de prioridades estabelecidas por ambos os partidos.
- Esta Coligação foi negociada de forma aberta e transparente, tendo sido estabelecidos quais os termos da referida coligação, no período anterior às eleições Autárquicas.
- Depois de uma grande vitória da Coligação em Castro Daire, o acordo pré eleitoral foi respeitado e cumprido, nos termos definidos, tendo, inclusivamente, o elemento do CDS eleito para a Assembleia Municipal sido convidado a integrar a lista da Mesa da Assembleia Municipal, como 1º Secretário, sem que este voto de confiança e valorização tivesse integrado o acordo entre os partidos.
- No decorrer do mandato, em todas as reuniões de preparação da Assembleia Municipal foram convocados todos os membros e, naturalmente, também o elemento eleito pelo CDS, nas quais participou como parte integrante de uma equipa.
- Depois da tomada de posse da nova Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire fomos confrontados com o desagrado da mesma em relação aos termos do acordo estabelecido para a coligação, tendo, inclusivamente, pressionado a Comissão Política do PSD para a introdução de alterações. A título de exemplo, numa reunião realizada em Maio, entre as Comissões Políticas e o Exmo. Sr. Presidente da Câmara, foi sugerido, pela Comissão Política do CDS-PP, que fosse nomeado um membro do CDS para o Gabinete de Apoio, pelo que, também por aí, vemos com surpresa a alusão aos gastos com a composição do Gabinete de Apoio, que consta da comunicação divulgada pelo CDS-PP, denotando, no mínimo, alguma incoerência entre o que se apregoa e os atos que se praticam.
- Estranhamos, ainda, o facto da Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire, não obstante fazer parte de uma coligação que suporta politicamente o Executivo Municipal, preferir fazer comunicados à imprensa e sugerir algumas propostas e críticas em vez de as apresentar diretamente ao Executivo Municipal ou discuti-las com o parceiro de coligação.
- Surpreende-nos, também, a contestação ao Executivo Municipal que está em funções há menos de um ano, com um trabalho visível em áreas apontadas no comunicado da Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire, nomeadamente na captação de investimento ou ainda nas obras da Conduta Abastecedora à Vila de Castro Daire, que decorrem a bom ritmo.

Face ao exposto, a Comissão Política Da Secção do PSD de Castro Daire considera que quem quer ter uma posição séria e de defesa intransigente dos interesses dos Castrenses deve ter gravada no seu código de conduta a preocupação em honrar os seus compromissos.
Seguiremos o nosso caminho “coligados” com os castrenses que, individual ou coletivamente, se fazem notar pela crítica construtiva e de apresentação de propostas e soluções que contribuam para o desenvolvimento do Concelho e da melhoria das condições de vida de todos e de cada um, arredadas de táticas partidárias ou de condicionamentos de interesse pessoal ou corporativo.
Respeitando a posição da Comissão Política do CDS-PP de Castro Daire, esta em nada muda o rumo da Comissão Politica do PSD, cuja maior preocupação é colocar os Castrenses em primeiro lugar e trabalhar para contribuir para o desenvolvimento sustentado no nosso território, com a apresentação de proposta efetivas a quem tem a responsabilidade de dirigir os destinos do nosso Município.
A Comissão Política do PSD de Castro Daire, ainda que não seja necessário, não deixa de afirmar, publicamente, o merecido apoio ao executivo municipal na pessoa do seu Presidente – Dr. Paulo Almeida bem como à sua equipa, na certeza de que o desenvolvimento do Concelho e a melhoria das condições de vida dos Castrenses é a sua Missão."

A Comissão Política de Secção do PSD de Castro Daire

Eu cá continuo, na minha predileta esquina, aguardando serenamente o epilogo deste acontecimento.

Zé da Esquina

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por Zé da Esquina às 00:00

Segunda-feira, 27.08.18

COMO O DA FÁBULA, HORÁCIOS HÁ MUITOS.

Numa terra distante, nasceu um rapazinho que tinha um grande sonho: ser presidente de câmara. Ou seja: desde cedo começou por demonstrar, quer a brincar com os companheiros da escola, quer em outras tarefas, a grande paixão de liderar.

Em qualquer brincadeira que fizesse ou em qualquer evento que participasse, ele queria sempre ser o chefe.

Manuel, assim se chamava o rapazinho, fez, no seu Concelho, a instrução primária. Teve como mestre uma boa professora, que lhe tentou transmitir os melhores mandamentos da vida: Honestidade, rigor, trabalho e sinceridade.

Manuel era bom aluno, limpo, penteado e asseado. Parecia bastante metódico, em todas as tarefas a que se propunha realizar.

Foi fazer o liceu acabando-o com distinção.

Entretanto, entrou na universidade, onde continuou a ser um bom aluno, mas já com instinto de se aproximar das pessoas e professores com competências elevadas para ouvir e aprender assuntos que já lhe aguçavam o interesse: onde ele pudesse beber conhecimentos e conhecer pessoas que lhe dessem a possibilidade de subir na vida ele marcava presença.

Com o passar dos tempos ele já liderava no grupo dos mais jovens da sua terra, ou seja, conseguia agregar à sua volta a juventude, mesmo que em algumas ocasiões o fizesse apenas porque pagava umas cervejolas.

Os anos foram passando até que algumas pessoas, lá da terra, entenderam haver necessidade de alguém, com perfil, para estar à frente dos destinos do Concelho que ficava paredes meias com o da sua residência.

Depois de diversas reuniões o escolhido foi o Manuel.

Claro que ficou muito satisfeito, rodeou-se de meia dúzia de pessoas ávidas pelo poder, criou uma coligação de forma a angariar o maior número de apoios possíveis e lá andou pelas aldeias “cantando e rindo”. A coligação saiu vencedora e agora o Manuel podia dizer orgulhosamente – eu sou o presidente.

As pessoas que o escolheram e confiaram nele não se arrependeriam, dizia ele.

As primeiras infraestruturas foram feitas e tudo correu bem. O relvado foi plantado, regado e lá continua a crescer saudável e rápido, ainda que não tenha utilidade.

Era um chefe exemplar no que dizia respeito a organização e trabalho, diziam aqueles que ele escolheu e que graças a ele enchiam chorudamente o bolso com o ordenado no final do mês, principalmente um que conseguiu chegar pela nomeação onde não o tinha conseguido pelos votos.

Claro que os cidadãos andavam felizes, porque tinha chegado um bom momento para a terra. Ia haver, pelas promessas feitas, desenvolvimento, criação de postos de trabalho, obras, teleférico, pista de ski, etc. Enfim começava a aparecer uma lufada de ar fresco.

Com o passar do tempo, 5 ou 6 meses, o Manuel começou a mostrar-se um pouco mais atrevido e não é que apanhou um grande defeito. Tornou-se um mentiroso compulsivo. Ficou com uma vaidade como nunca se lhe tinha conhecido.

Ia prometendo mais e mais desenvolvimentos, sem que se chegassem a concretizar. Parecia viver no pais do “faz de conta”.

Os cidadãos, principalmente aqueles que o ajudaram e confiaram nele, bem que o chamavam à razão, mas a resposta era sempre a mesma: não se preocupem que as situações não estão esquecidas, só que primeiro temos que resolver situações pendentes que se arrastam de executivos anteriores. Cada coisa a seu tempo.

E assim continuava até que as pessoas começaram a ficar desalentadas e já não acreditavam no que ele prometia. Diziam mesmo: Nunca ninguém perdeu o “estado de graça” em tão pouco tempo.

Ele, ia pedindo confiança e tolerância. As pessoas iam acreditando na esperança das situações se irem resolvendo, até que chegou o fatídico dia, a gota de água.

Quando o presidente precisou mesmo das pessoas, elas estavam cansadas e já não acreditaram mais nele.

Deixaram de lhe prestar solidariedade, de confiar, desprezando-o.

Ele bem que pediu, esforçando-se ao máximo para que o ouvissem, mas sem resultado positivo.

Tinha acabado a verdadeira confiança naquele que lhes tinha prometido desenvolvimento, rigor, honestidade e criação de emprego.

Todo o povo preferiu demonstrar-lhe a sua indignação, repudiando-o, no momento em mais precisava (ato eleitoral), pois ele tinha traído quem nele confiou e o apoiou incondicionalmente.

Talvez se conhecesse a história do Horácio e do lobo, não tivesse cometido os erros que cometeu. Assim à parecença do Horácio, mentiu, mentiu e quando era verdade ninguém acreditou nele, virando-lhe as costas.

Eu cá continuarei, na minha esquina predileta, esperando que resolvam o problema dos balneários termais ou pelo menos que seja dita a verdade sobre a não utilização das suas águas para tratamento. Resolvam lá isso rápido, pois água não falta e eu necessito de ir a banhos. Não sejam horácios.

 

Zé da Esquina

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por Zé da Esquina às 21:13


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