Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

PAGA O CUMPRIDOR PARA O ENGANADOR !!!

Chama-se pomposamente Rendimento Social de Inserção!

Na minha opinião dever-se-ia chamar “Sustentamento do Vicio Garantido”!

O Rendimento Social de Inserção tem sido, e continuará a sê-lo, o sustento de muito mandrião. Pelo que, cada vez mais, a sua fiscalização deverá ser permanente, infalível e principalmente com observação “in loco”.

Milhares de cidadãos trabalham honestamente e “comem o pão que o diabo amassou” para obrigatoriamente, através dos seus descontos,”darem para esse peditório”.

Cada vez mais o Rendimento Social de Inserção passou a ser um subsídio para alimentar vícios e alguma delinquência à mistura.

Provavelmente uma solução, para que os casos de aproveitamento pudessem ser denunciados, seria afixar na própria localidade de residência dos favorecidos, em local visível e de fácil acesso, um edital onde constassem os nomes daqueles que recebem o referido subsídio, para que quem se sentisse prejudicado poder denunciar as situações menos claras que reinam na sua atribuição.

È verdade que alguns dos beneficiários desse Rendimento, são pessoas com carência sócio económicas, merecedores de tal receita, outras há, que apenas se servem do subsídio para matar vícios, mandriar e frequentar as minhas e outras esquinas.

O Rendimento Social de Inserção, para muito dos beneficiários, tornou-se desde há muito tempo um modo de vida, quase uma profissão com fins proveitosos e sem necessidade de esforço por parte de quem dele usufrui.

O mais grave ainda é o facto de alguns, arvorando-se em inteligentes e enganadores do estado e de todos aqueles que através dos seus descontos os mantêm, ainda se gabam e dizem: “Vai trabalhar tu eu não preciso sou mais esperto e vivo do Rendimento Social de Inserção.

Se do Rendimento Social de Inserção necessitassem mesmo não diziam isso com arrogância mas sim com reconhecimento a todos aqueles que com o seu suor contribuem todos os meses para que eles vivam á custa dos outros.

Zé da Esquina

publicado por Zé da Esquina às 00:08
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12 comentários:
De tito a 8 de Novembro de 2009 às 12:59
Este tema é copy e paste mas serve para os mais desactualizados ficarem mais esclarecidos...
Este serviço permite efectuar o pedido de rendimento social de inserção, que consiste numa prestação, incluída no subsistema de solidariedade no âmbito do sistema público de segurança social, e num programa de inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das suas necessidades essenciais e favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária.
O Programa de Inserção do Rendimento Social de Inserção corresponde a um conjunto articulado e coerente de acções faseadas no tempo, estabelecido de acordo com as características e condições do agregado familiar beneficiário, que tem como objectivo promover a criação de condições necessárias à gradual autonomia das famílias, através do exercício de uma actividade profissional ou de outras formas de inserção social.
Contempla:
- O tipo de acções a desenvolver;
- As entidades responsáveis;
- Os apoios a conceder aos destinatários;
- As obrigações assumidas pelo titular e, se for caso disso, pelos restantes membros do agregado familiar
Destinatários
Indivíduos e famílias em situação de grave carência económica.
Requisitos para a prestação do serviço
- Condições gerais de atribuição: Art. 6.º da Lei n.º 13/2003, de 21 de Maio
- Condições especificas de atribuição: Art. 7.º da Lei n.º 13/2003, de 21 de Maio
Quando fazer
Em qualquer altura.
Custos
Sem custos associados.
Tempo médio de realização
30 dias
Onde se dirigir
- Postos de Atendimento da RIAC – Rede integrada de Apoio ao Cidadão
- Nos serviços de Segurança Social da sua área de residência (serviço de freguesia, conselho ou sede)
- Requerimento da Prestação de Rendimento Social de Inserção;
- Anexo A (se aplicável);
- Exibição dos Números de Identificação de Segurança Social do requerente e dos restantes membros do agregado familiar;
- Fotocópia dos números de Identificação Fiscal do requerente e dos restantes membros do agregado familiar;
- Exibição dos Bilhetes de Identidade do requerente e dos restantes membros do agregado familiar;
- Exibição do Boletim de Nascimento ou B I;
- Fotocópia do recibo de renda de casa do último mês pago ou documento bancário comprovativo do empréstimo para aquisição própria;
- Declaração de Valores Patrimoniais (passada pela Rep. Finanças);
- Declarações dos rendimentos para efeitos de IRS do ano anterior (se aplicável);
- Fotocópia dos recibos de vencimentos dos últimos 12 meses anteriores ao requerimento;
- Documento comprovativo da inscrição no Centro de Emprego (para os requerentes com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos);
- Declaração médica em caso de situação de gravidez do requerente ou cônjuge.
- Declaração médica em caso de haver no agregado situações de doença crónica, deficiência ou dependência e com indicação da percentagem de deficiência.
- Documento válido comprovativo da residência legal em Portugal, no caso de cidadão estrangeiro.
- NIB (facultativo)
Atribuição de Outros Apoios Especiais:
O montante da prestação poderá ser acrescido de um apoio especial nos seguintes casos:
- Quando existam, no agregado familiar, pessoas portadoras de deficiência física ou mental profundas;
- Quando existam, no agregado familiar, pessoas portadoras de doença crónica;
- Quando existam, no agregado familiar, pessoas idosas em situação de grande dependência;
- Para compensar despesas de habitação.
Montante da Prestação
É igual à diferença entre o valor do Rendimento Social de Inserção do agregado familiar e o valor do seu rendimento
Agora pensem também em todos aqueles que usufruem de benefícios sem terem direitos a eles, pessoas importantes da nossa terra (Castro Daire) escalão A na escola secundaria, comercio próprio familiar em que os donos passam o seu tempo no fundo de desemprego, agora o marido depois vai a mulher, salário mínimo nacional, mas têm carros topo de gama, vivendas de luxo, etc. Amigo Zé se formos a ver tudo esta mal, este sistema não funciona, sobrevive a lei do mais esperto, todos nos os conhecemos e não fazemos nada, por isso também somos culpados.


De Afonso a 17 de Novembro de 2009 às 01:41
Não importa conhecer as regras para a atribuição do RSI. O buzílios da questão é servirem-se do serviço para utilizarem o programa em benefício político-partidário. Se até um senhor que recebe de pensão mais de 600 euros teve a garantia na campanha que lhe arranjavam o complemento solidário para idosos! Afinal quem são os culpados desta pouca vergonha?


De tito a 17 de Novembro de 2009 às 19:39
Sim mas esse método já todos nos conhecemos, e vergonhoso mas é realidade, assim se vive na nossa terra, continuo a dizer que é a lei da mais esperto e daquele que se deixa levar


De Anónimo a 18 de Novembro de 2009 às 16:09
Como diz o ditado "promessas não pagam dívidas" (ou qualquer coisa assim...), e quem está por dentro de assuntos como o Complemente Solidário para Idosos sabe com certeza que existem REGRAS, e que quem define o direito a este subsídio está bem longe destes jogos de interesses. Se de facto este senhor recebe este valor de pensão e teve como garantia que receberia mais qualquer coisita em troca de um voto... lamentamos mas foi um voto em vão, porque contra factos não há argumentos, e contra uma pensão desse valor, não há CSI.

Acrescento ainda que com o Rendimento Social de Inserção funciona da mesma forma. Há REGRAS e FISCALIZAÇÃO, e não há promessa eleitoral que dê volta a isto. Tenho pena que as pessoas desconheçam, na sua grande maioria, o funcionamento destas duas prestações. Procurem informar-se junto de quem sabe... e muitas vezes o povo, que é quem informa, faz julgamentos de valor e não de factos...


De Aníbal a 18 de Novembro de 2009 às 23:16
Pois, pois, agora dêm a volta por aí! Bem que levaram uns quantos à certa. O problema é que não lhes tapam a boca, eles e elas continuam a falar convictos que serão atendidos.


De anónimo a 23 de Fevereiro de 2010 às 21:10
Tenho pena que as pessoas que dizem desconhecer conheçam muito bem o funcionamento da atribuição destas duas prestações. Querem fazer dos outros parvos? A pessoa que era responsável em Castro Daire tinha todos os poderes em Viseu, até passavam à frente os processos enviados por ele. Atribuía a quem queria , ou melhor a quem repartisse com ele este tipo de rendimentos, ou em troca de favores. Estamos entregues a este tipo de gente...


De A outra Esquina a 3 de Novembro de 2009 às 22:20
Sr. Zé da Esquina, parece-me que nunca viu um programa chamado "Contra-informação"! Mas cá vai novamente:

Começou a farsa!!!!
O Povo votou numa equipa para a Câmara Municipal, mas já se sabe que a n.º 3 da lista, de seu nome Sra. Elisabete ALmeida, irá para entrar o Sr. Eurico Moita. Pelos vistos a experiência nos TTC`s só lhe permitirá assumir o GAP (gamela de apoio à presidência, nova nomenclatura para a sigla sobejamente conhecida, com um substantivo mais familiar a esta nova quadrilha). Apesar de já ser badalado na praça pública, mesmo assim a Elsabete tomou posse para abdicar a seguir.
Veremos se sou eu que estou enganado!!!
Até já...


De Zé da Esquina a 3 de Novembro de 2009 às 21:14
Recebi um comentário, de alguém que se intitula a outra esquina,que além de nada ter a ver com o tema aqui desenvolvido (Rendimento Social de Insercão),continha afirmações não provadas pelo autor do comentário,além de tocra propositada do nomes de pessoas,com o intuito apenas de achincalhar as mesmas.
Todos os comentários serão publicadas,como já disse por mais de uma vez,desde que os mesmos não contenham linguagem injuriosa, e não ofendam gratuitamente os visados.
Queira que terei todo o prazer em publicar o seu comentário,bastando para tanto que coloque correctamente o nome das pessoas referidas.
Zé da Esquina


De Espectador a 2 de Novembro de 2009 às 21:01
Meu caro amigo Zé mais uma vez estou plenamente de acordo com as palavras proferidas pela tua personagem e mais ainda para completar faltou dizer que para esse RSI (rendimento de inserção social) ser atribuído é necessário os nossos autarcas, Juntas de Freguesias, darem um parecer favorável, ou seja, todas essas irregularidades existentes por aí fora têm dedo dos nossos Presidentes de Junta.
Quando a autoridade máxima de uma Freguesia está a compactuar com uma imoralidade, ilegalidade desse calibre, quem somos nós uns meros espectadores para falar nisso...




De Macário a 4 de Novembro de 2009 às 11:58
Caro espectador, são pessoas como o senhor(a) que trazem o povo enganado com as constantes inverdades que por aí se dizem. As Juntas de Freguesia não são parte activa nos processos de atribuição dos RSI, nem tão pouco têm conhecimento de quantas pessoas existem nas suas freguesias a recebê-lo. Talvez se as Juntas tivessem voz activa existisse muito menos gente, sem qualquer necessidade, a receber tal subsídio. Por isso, caro espectador, andes de dizer o que não sabe informe-se, mandam as regras da boa educação e de quem quer, de facto, esclarecer o povo.


De Vos do Povo a 9 de Novembro de 2009 às 20:53
Aprendeste isso nos livros do teu pai ou do teu avô?


De Anónimo a 2 de Novembro de 2009 às 12:57
Não será o zé da esquina também um dos que vive do rendimento de inserção social?


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